quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

estilo 2

por Francisco Hugo Barroso Martins Junior, terça, 10 de Janeiro de 2012 às 02:40
Do dia 3 de dezembro a 2 de janeiro, devorei 10 obras de Zé Lins do Rego.Por ordem: Meus Verdes Anos, Menino de Engenho, Doidinho, Banguê, O Moleque Ricardo, Usina, Fogo Morto, Cangaceiros, Pedra Bonita e Pureza. Reli-os. Como sobremesa, também reli Camilo Mortágua, de Josué Guimarães, e revisitei Eça de Queirós em Os Maias. Que companhia saborosa... Tive tempo ainda de folhear a Gramática Latina de Napoleão Mendes de Almeida a rever algumas matérias, cuja leitura exige que o curioso a elas sempre volte. Aliás, a língua latina faz pensar a afia nosso intelecto. Também atividade saborosíssima. Para muita gente, a leitura provoca sono. A mim, excita-me e me provoca insônia construtiva. Disponho de tempo para conversar com meus livros. Aliás, quando me perguntam se estou sozinho em casa, respondo, com uma ponta de ironia, que quem vive em função de livros nunca está sozinho. Pode estar desacompanhado, mas sozinho nunca dos núncaras. Não sou amigo de conselheiros, tampouco gosto de dar conselhos. Mas deixo aos incautos e ingênuos um lembrete: leiam mais. Dizer que a leitura é uma viagem é um truísmo, uma evidência por si mesma comprovável. Dá sustança, ilumina a vida, afasta os inoportunos

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