quarta-feira, 22 de junho de 2016
É triste saber que mais de setenta por cento das pessoas no Brasil não leram um só livro durante o ano de 2015. O feitiiço do mundo audiovisual instaura a preguiça mental e injeta doses cavalares de alienação nas consciências de modo que, narcotizadas, passam a rejeitar qualquer esforço intelectual. Uma tragédia dos tempos modernos. Daí os escorregos na grafia; daí as incorências e a falta de coesão na construção do texto escrito; daí as opiniões estereotipadas e copiadas deoutrem. Ah! se soubessem os encantos saídos da leitura; se descobrissem a riqueza cultural que dela se extrai. Certamente não se assemelhariam a zumbis descerebrados e dopados pela idiotia coletivizada, veiculada pelos meios de comunicação de massa. Chamam a estes de formadores de opinião. Prefiro vê-los como instrumentos desvirtuadores da vida real em nome de propósitos nada nobres. Ainda ponho fé nas palavras de Lobato e Castro Alves. Para o primeirio, um " país se faz com homens e livros"; para o último, é "bendito o que semeia livros a mão cheia e manda o povo pensar."
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