quarta-feira, 22 de junho de 2016

Essa história de que bom é bandido morto é uma cópia daquilo que, nos anos setenta, costuma proferir o policial carioca Sivuca nos meios de comunicação de massa e, depois, na Câmara dos Deputados. Na verdade, a frase é de autoria de um General do Exército dos Estados Unidos, um tal Custer, um falastrão, que recebeu uma aula de estratégia militar do Cacique Touro Sentado. Custer dizia que índio bom é índio morto. Todos sabemos do que os "conquistadores" fizeram com os índio. Quem quiser ter uma informação segura sobre o assunto leia Enterrem Meu Coração na Curva do Rio. Este livro trata da dizimação do índio nos USA. No Brasil, leia-se Nossos Índios Nossos Irmãos. Para ver como Cortez dizimou os astecas, Érico Veríssimo, no livro de viagens México aborda com muita propriedade o assunto e as mazelas culturais que restaram para o povo mexicano... Não abordo o assunto "marginalização e banditismo no Brasil hoje. Isso é tarefa para sociólogos sobretudo. Quando se é leigo no assunto, tende- se a vomitar muita tolice... A matéria requer reflexão e estudo. Grosseiramente acabar com os bandidos do modo como a população apregoa, teríamos que começar a tarefa nos lugares para os quais elegemos pessoas bem bandidinhas... O brasileiro se gradua na matéria assistindo a telejornais e lendo publicações diárias e semanais, que incitam esse ódio que aí está. Reiteremos: deve-se começar a limpeza por outros lugares... Voto bom é o voto bom...

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