quarta-feira, 22 de junho de 2016

Em que estou pensando? No gato e sua reação ao pau que a meninada atirava nele. No meu tempo, o gato miava; hoje ele berra. Que absurdo: modificaram ridiculamente a "voz" do bichano. Já pensou um gato berrando? Não é um gato, é um bode. Depois tentaram impingir na criançada a piedade pelo felino. Será mesmo que a criançada, ao entoar a musiquinha, estaria ciente de que estava sendo má ou perversa? Só mesmo em conversa de pedagogo e psicólogo que não têm o que fazer. Aliás, há quem enxergue no ser da criança traços psicológicos em que se lê propensão para cometer maldades ou assumir postura psicológica de manipulação. São seres humanos, portanto. delas se retirando a repressão necessária, agirão da mesma forma que o ser humano adulto se o Estado não estiver presente com a norma jurídica, a norma moral ou a persuasão temperadamente hipócrita da norma religiosa. Seria mais honesto atirar o pau no gato, é do criança, é do ser humano, esse bicho mascarado, dissimulado e mentiroso. Hipocritamente mexeram na letra da musiquinha, tentando argumentar de que não se deve maltratar os animas. Disso ninguém discorda. Como também não se deve discordar de que também não se deve maltratar o ser humano... São os pedagogismos bonitinhos, mas inócuos por si mesmos por contrariarem a natureza das coisas. Deixem os gatos em paz. Deixem o gato miar. Deixem a criançada atirar o pau no gato. Este, com certeza, fugirá ileso. Mexer com a "língua" dos gatos pode facilitar o surgimento de uma nova babel:o boi vai, pela manhã assim fazer: cucururucucu... O bode vai ronronar... A galinha cantará trofaco, trofaco, trofaco e o pato vai cacarejar... Por fim, o homem vai escoicear e zurrar: por que você não vei onteonteonteonteonteonteonteonteonte? Ninguém dormirá com um barulho desses... Só os moderninhos teorizadores e inovadores tais quais o reformador do mundo, o Américo Pìsca-Pisca, personagem de Monteiro Lobato.

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